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Ameaças cibernéticas: como evitá-las em um processo de inovação?


A inovação é um dos principais motores da transformação digital, permitindo que empresas otimizem processos, melhorem a experiência dos clientes e criem novas oportunidades de negócio. No entanto, esse avanço também traz riscos: segundo uma pesquisa realizada pela PwC, um terço das empresas brasileiras perdeu ao menos US$ 1 milhão em ciberataques nos últimos três anos. Por esse motivo, falar sobre a realidade das ameaças cibernéticas é tão importante.

Tempo estimado de leitura: 12 minutos

Ameaças cibernéticas referem-se a qualquer tentativa maliciosa de acessar, corromper, roubar ou interromper o fluxo de dados e informações corporativas. Com o aumento significativo da digitalização e o crescimento de ambientes em nuvem, essas ameaças se tornaram mais sofisticadas, impactando diretamente a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados. Para empresas orientadas por dados, a cibersegurança é essencial para garantir a continuidade das operações, proteger informações estratégicas e evitar perdas financeiras significativas.

Neste artigo, exploramos o que são ameaças cibernéticas e como elas impactam processos inovadores, além de tecnologias como Qlik, Google Cloud, Denodo e Toccato que ajudam a fortalecer a segurança de dados. Portanto, leia até o final e descubra: 

  • Como a inovação aumenta a exposição a ameaças cibernéticas?
  • Quais são os principais tipos de ameaças cibernéticas em um processo de inovação?
  • Como investir em segurança cibernética desde o início da inovação?
  • O futuro das ameaças cibernéticas em um ambiente de inovação (Gen IA);
  • Como a Qlik investe em proteção a ameaças cibernéticas?
  • Como o Google Cloud investe em proteção a ameaças cibernéticas?
  • Como Denodo investe em proteção a ameaças cibernéticas?
  • Como a Toccato ajuda empresas a combater ameaças cibernéticas?

Como a inovação aumenta a exposição a ameaças cibernéticas?

A inovação tecnológica traz eficiência e novas possibilidades, mas, ao mesmo tempo, amplia a superfície de ataque para invasores digitais. Empresas que adotam novas tecnologias sem uma estratégia sólida de segurança podem criar brechas que expõem dados sensíveis. 

Entre os principais fatores que aumentam essa vulnerabilidade estão a expansão dos ecossistemas digitais, a adoção de IoT e automação, o uso de inteligência artificial e a falta de governança de dados.

Nesse cenário, empresas que não possuem estruturas de proteção robustas tornam-se alvos fáceis para ataques cibernéticos, colocando em risco seus processos de inovação e a segurança de suas informações estratégicas.

Principais tipos de ameaças cibernéticas em um processo de inovação

Os ataques cibernéticos evoluíram e se tornaram mais sofisticados e frequentes, impactando diretamente as empresas que investem em inovação. 

Definitivamente, o phishing continua sendo uma das ameaças cibernéticas mais comuns, explorando falhas humanas para roubar credenciais e informações sensíveis. 

Já o ransomware, um dos ataques mais devastadores, bloqueia o acesso a dados e exige pagamento para sua liberação. 

Outra tática prejudicial são os ataques DDoS, que sobrecarregam servidores, tornando sistemas e sites inacessíveis, impactando operações comerciais.

Além disso, os exploit kits exploram vulnerabilidades em softwares para instalar malwares silenciosos, enquanto spywares e adwares monitoram as atividades dos usuários, coletando dados sem autorização. 

Nesse cenário, para evitar esses ataques, empresas devem investir em monitoramento contínuo, análise preditiva e estratégias de segurança digital alinhadas às melhores práticas do mercado.

Como investir em segurança cibernética desde o início da inovação?

Integrar segurança digital no desenvolvimento de novos produtos e processos não apenas reduz riscos, mas também aumenta a confiança de clientes e parceiros. Dessa forma, algumas práticas fundamentais incluem:

  • Segurança por design: adoção de frameworks de segurança desde a concepção dos sistemas, garantindo que a proteção seja parte do projeto e não um complemento posterior;
  • Adoção de Inteligência Artificial para defesa digital: algoritmos de IA podem detectar anomalias e bloquear ataques antes que eles se concretizem;
  • Criptografia de dados: a segurança da informação depende de criptografar tanto dados armazenados, quanto aqueles que transitam em redes corporativas;
  • Governança de dados eficiente: o papel do DPO (Data Protection Officer) e de um profissional de Compliance é essencial para garantir conformidade com regulamentações como LGPD e mitigar riscos de vazamento.

O futuro das ameaças cibernéticas em um ambiente de inovação

As ameaças cibernéticas estão evoluindo rapidamente, especialmente com o avanço da Inteligência Artificial (IA) Generativa. De acordo com uma pesquisa do Capgemini Research Institute, 97% das empresas com receita anual de US$ 1 bilhão já sofreram violações relacionadas à IA Generativa no último ano.

Além disso, 45% das empresas relataram ataques de deepfake nos últimos dois anos, sendo que no Brasil esse número chega a 52%. Em resumo, esses ataques utilizam IA para criar conteúdos falsificados realistas, representando uma ameaça significativa à integridade das informações corporativas.

Ainda sim, a pesquisa destaca que 67% das empresas estão preocupadas com vazamentos e roubo de propriedade intelectual durante o desenvolvimento de modelos de IA, com o Brasil apresentando uma preocupação ainda maior, atingindo 73%

Para enfrentar esses desafios, as organizações estão reconhecendo a importância da IA na defesa cibernética:

  • 64% acreditam que a IA é essencial para uma resposta eficaz às ameaças;
  • 58% afirmam que a IA Generativa permitirá que analistas de segurança cibernética se concentrem em estratégias para combater ameaças complexas.

No entanto, a implementação dessas tecnologias enfrenta obstáculos, como a escassez de profissionais qualificados. Cerca de 63% das organizações relataram dificuldades em integrar a IA Generativa às suas soluções de segurança existentes devido à falta de talentos especializados. Consequentemente, 51% das empresas estão investindo em programas abrangentes de formação em segurança cibernética focados em IA.

Dessa forma, para que a inovação continue sendo um diferencial competitivo sem comprometer a integridade digital das empresas, é essencial equilibrar a adoção tecnológica com estratégias robustas de cibersegurança, garantindo proteção contra malwares inteligentes, engenharia social automatizada e novos tipos de exploração de vulnerabilidades.

Como a Qlik investe em proteção a ameaças cibernéticas?

A Qlik é uma das principais referências em Business Intelligence (BI) e análise de dados, mas seu compromisso vai além da transformação digital: a empresa investe fortemente em segurança da informação. 

Com uma abordagem baseada em inteligência preditiva e governança de dados, a Qlik garante que as empresas não apenas analisem grandes volumes de informações, mas também protejam seus ativos digitais contra ameaças cibernéticas.

Principais iniciativas de cibersegurança da Qlik

  • Data governance : a governança de dados da Qlik assegura que as informações sigam padrões rígidos de segurança, garantindo conformidade com regulamentações;
  • Segurança em nuvem: suas soluções são projetadas para operar em ambientes multi-cloud com camadas avançadas de criptografia e firewalls de proteção;
  • Monitoramento inteligente: a Qlik adota machine learning e análise preditiva para identificar padrões suspeitos de acesso e evitar vazamentos de dados;
  • Acesso controlado: com autenticação multifator (MFA) e permissões personalizadas, a Qlik evita acessos não autorizados a dashboards e relatórios críticos.

Como o Google Cloud investe em proteção a ameaças cibernéticas?

O Google Cloud é uma das plataformas mais avançadas quando se trata de segurança cibernética integrada à inovação. 

Sabendo que ataques digitais estão em constante evolução, a empresa investe em soluções proativas, que combinam inteligência artificial, monitoramento em tempo real e criptografia de ponta a ponta.

Diferenciais do Google Cloud na proteção contra ameaças

  • Zero trust architecture (ZTA); o Google Cloud adota uma abordagem “confiança zero”. A partir dela, nenhuma identidade ou dispositivo é considerado confiável por padrão, exigindo múltiplas camadas de autenticação;
  • Análise comportamental avançada: utilizando Google Chronicle Security Operations, a plataforma analisa bilhões de eventos diários para detectar ameaças antes que elas ocorram;
  • Criptografia de dados:  todos os dados processados no Google Cloud são protegidos com criptografia AES-256, uma das mais seguras do mundo; 
  • Detecção de malware por IA: modelos avançados de machine learning identificam malwares ocultos em documentos, APIs e e-mails corporativos. Assim, é possível prevenir ataques, antes que eles cheguem aos usuários finais.

Além dessas iniciativas, o Google Cloud possui parcerias com empresas especializadas em cibersegurança, garantindo um ecossistema robusto e seguro para seus clientes.

Como Denodo investe em proteção a ameaças cibernéticas?

A Denodo é referência em virtualização de dados, uma abordagem que reduz a exposição de informações sensíveis sem comprometer o acesso a dados estratégicos. 

Com o aumento de ataques a bancos de dados e infraestruturas críticas, a Denodo se tornou uma peça-chave para empresas que buscam proteção reforçada contra vazamentos e acessos indevidos.

Como a Denodo protege os dados empresariais?

  • Arquitetura zero copy: diferente de bancos de dados tradicionais, a virtualização da Denodo permite consultas sem copiar os dados, reduzindo o risco de vazamento; 
  • Criptografia e controle de acesso:  a Denodo implementa criptografia forte e restrições de acesso baseadas em identidade, garantindo que apenas usuários autorizados possam visualizar informações sensíveis;
  • Monitoramento e alertas em tempo real: sensores inteligentes identificam padrões suspeitos e notificam administradores de TI caso haja tentativas de invasão ou acessos não autorizados;
  • Integração com sistemas de segurança: a plataforma se conecta a firewalls, SIEMs e soluções de segurança baseadas em IA, criando uma camada extra de proteção para os dados empresariais.

Como a Toccato ajuda empresas a combater ameaças cibernéticas?

A Toccato é um hub de soluções de dados, que auxilia empresas a monitorar informações de forma contínua, realizar análise preditiva e investir em governança, ajudando organizações a identificar vulnerabilidades e transformar dados em insights valiosos.

Quer colocar seus dados no centro de tudo? Então, converse com nossos consultores e faça um diagnóstico personalizado da sua empresa!

Agora, se você quiser entender mais sobre o assunto de ameaças cibernéticas, o podcast DesvenDados explora o impacto da cibersegurança no mundo dos negócios. 

No episódio “Cibersegurança: entenda como blindar sua empresa contra ameaças”, Guilherme Tavares (CEO do Grupo Toccato), Alexandre Bonatti (VP da Fortinet Brasil) e Cleber Brito (Diretor de TI da Foundever)  discutem como ataques como ransomware, phishing e engenharia social estão evoluindo e como empresas podem fortalecer suas defesas para enfrentar esses desafios. Escute agora!

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